A ilusão do ano: antigravidade

Estadão

14 Maio 2010 | 08h00

Ilusões têm um papel importante na ciência. O fato de que o ser humano é limitado em seus sentidos, e de que a interpretação dos dados que recebemos do ambiente muitas vezes é viciada por vieses cognitivos — por exemplo, a tendência de sobrevalorizar o que confirma nossos preconceitos e preferências pessoais — tem de ser levado constantemente em conta.

Ilusionistas profissionais, como Harry Houdini ou, mais recentemente, James Randi, já prestaram serviços importantes à pesquisa científica, desmascarando charlatões ou apontando “pontos cegos” em experimentos.

Mas ilusões não são sempre perigosas. No contexto adequado, podem também ser instrutivas e divertidas. Daí o concurso de Melhor Ilusão do Ano, realizado no início desta semana. Abaixo, você vê a campeã. No meio da exibição, o efeito é explicado.