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Asteroide se aproxima da Terra - desta vez a distância ainda menor

No dia 5 de março, rocha espacial pode ficar a 'apenas' 17 mil quilômetros do planeta; há risco remoto de colisão em 2017

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O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2016 | 07h00

Um pequeno asteroide, batizado "2013 TX68" e que já passou perto da Terra há dois anos, quando ficou a uma distância de 2 milhões de quilômetros do planeta, se aproxima de novo e, desta vez, a uma distância muito menor, informou a Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa).

No dia 5 de março, a rocha espacial poderá se aproximar a uma distância máxima de 14 milhões de quilômetros, mas pode ficar ainda mais próxima e se separar da Terra por "apenas" por 17 mil quilômetros, segundo estimativas dos astrônomos da Nasa.

Os investigadores determinaram que as diferenças entre as distâncias se devem à "ampla gama de possíveis trajetórias deste objeto", explicou a Nasa em um comunicado.

Os cientistas do laboratório JPL da Nasa em Pasadena, na Califórnia, comprovaram que não existe nenhuma possibilidade de que o objeto celeste represente algum perigo para a Terra ou possa se chocar contra a superfície terrestre enquanto viaja ao redor do globo no próximo mês.

Entretanto, os cientistas consideram que existe uma "possibilidade muito remota" de que este pequeno asteroide chegue a se chocar contra a Terra em 28 de setembro de 2017.

A probabilidade de colisão, contudo, é de uma entre 250 milhões e a possibilidade de que se produza um choque em 2046 e 2097 é ainda menor, segundo os cientistas.

"As possibilidades de colisão em qualquer das três datas futuras são demasiado pequenas para que isso possa se constituir uma preocupação real", concluiu Paul Chodas, diretor do Centro de Objetos Próximos da Terra, do laboratório JPL. /EFE

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