Andrew Winning/Reuters
Andrew Winning/Reuters

Universidade de Cambridge diz que Hawking deixa um 'legado indelével'

Confira como a comunidade científica reagiu à morte do astrofísico britânico, nesta quarta-feira

O Estado de S. Paulo

14 Março 2018 | 04h40

Nesta quarta-feira, 14, o mundo da ciência lamenta a morte de Stephen Hawking, físico e cosmólogo britânico reconhecido mundialmente por suas obras, teorias e divulgações científicas. Com isso, as mais diversas instituições e membros da comunidade científica foram a público para prestar solidariedade e respeito a Hawking. Ele morreu nesta madrugada, aos 76 anos.

A Universidade de Cambridge, onde ele realizou boa parte de suas contribuições, enfatizou hoje que  Stephen Hawking era uma "inspiração para milhões" de pessoas e deixa o mundo "um legado indelével". Em um comunicado, Stephen Toope, vice-reitor dessa instituição acadêmica, disse que o renomado professor era um "indivíduo único", que será lembrado com "calor e carinho", não só pela universidade, mas também em todo o mundo.

"Suas contribuições excepcionais para o conhecimento científico e a popularidade da ciência e da matemática deixaram um legado indelével", afirmou a academia da universidade.

Tim Berners-Lee, inventor da World Wide Web, também expressou suas condolências: “Nós perdemos uma mente colossal e um espírito maravilhoso. Descanse em paz, Stephen Hawking.”

+ ACERVO: Stephen Hawking nas páginas do Estadão

“Suas teorias revelaram um universo de possibilidades que nós e o mundo continuaremos a explorar. Que você continue voando como o Super-Homem em microgravidade, como você disse a nossos astronautas na Estação Espacial em 2014”, disse a NASA, principal agência espacial dos Estados Unidos.

A primeira-ministra inglesa, Theresa May, também lamentou a morte de Hawking. Segundo ela, "uma mente brilhante e extraordinária, um dos grandes cientistas de sua geração. Sua valentia, humor e empenho em aproveitar a vida foram uma inspiração. Seu legado não será esquecido", afirmou May por meio de seu Twitter. /EFE e Reuters

 

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