Agência dos EUA é pressionada a regular emissões de CO2

A EPA pode impor controle às emissões, mas o Congresso dos EUA também prepara lei sobre a questão

AP,

18 de maio de 2009 | 17h09

A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos não deve esperar que o congresso americano aprove uma lei específica e deve tomar medidas para controlar os gases causadores do efeito estufa, disseram defensores da ideia da regulamentação desses gases nesta segunda-feira, 18.

 

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A audiência promovida pela EPA é a primeira consulta pública sobre a decisão da agência, tomada em abril, de que a concentração de CO2 e de cinco outros gases na atmosfera representam perigo para a saúde humana. Legalmente, essa determinação dá à EPA autonomia para controlar esses gases, com base no estatuto contra a poluição conhecido como Lei do Ar Puro.

 

"Precisamos reduzir as emissões de gases do efeito estufa sem mais demora e sem esperar a solução perfeita", disse Navis Bermudez, falando em nome do governador de Nova York, David A. Peterson.

"Embota também esperamos que o Congresso passe uma ampla legislação federal sobre mudança climática, acreditamos que a EPA pode agir agora, com base na Lei de Ar Puro  existente, sem esperar pela legislação".

 

O Comitê de energia e Comércio da Câmara dos Representantes começou a trabalhar nessa legislação na tarde desta segunda-feira. O projeto - Lei Americana de Segurança e Energia Limpa - deverá, pela primeira vez, limitar as emissões de gases causadores do efeito estufa por parte de grandes fontes industriais.

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