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Amaral quer ?nacionalizar? usuários do LNLS

Embora seja único no Hemisfério Sul, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) ainda possui um time de usuários essencialmente paulista. Cerca de 60% dos projetos de pesquisa realizados em 2002, no laboratório, saíram de universidades e institutos de São Paulo. Projetos de outros estados representaram outros 25% e os 15% restantes foram internacionais, da Argentina, em especial. O total de usuários, no ano passado, foi 381, correspondendo a 231 projetos de pesquisa, dos quais 18 eram trabalhos de pós-doutorado, 23 de doutorado, 13 de mestrado, 22 de iniciação científica e 15 bolsas técnicas. ?O ideal seria aumentar a participação de outros estados, talvez com maior divulgação das possibilidades do laboratório junto a universidade e institutos de pesquisa?, sugeriu o ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, hoje, durante a visita aos aceleradores do LNLS, localizado em Campinas, SP.Alguns cursos sobre luz síncrotron já são oferecidos por pesquisadores do LNLS em outros estados e acabam gerando novos projetos. O laboratório também oferece bolsas de verão a 15 estudantes de toda a América Latina e Caribe e hoje tem entre seus usuários, pesquisadores que participaram destas bolsas quando estudantes. Com a sugestão de ?nacionalização? dos usuários, feita pelo ministro, o LNLS deve incrementar iniciativas deste tipo.

Agencia Estado,

17 de fevereiro de 2003 | 16h20

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