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Após 50 anos, governo britânico desativa setor de óvnis

Ministério da Defesa britânico alega que custos não justificam a permanência do órgão investigativo

Reuters,

04 Dezembro 2009 | 15h40

O Ministério da Defesa britânico teve um encontro com a crise econômica. Após mais de 50 anos de serviço, o ministério decidiu encerrar as atividades de sua unidade de investigação de óvnis, alegando que os custos não justificam a permanência do órgão.

 

O ministério disse que não encontrou qualquer evidência de ameaças à Grã-Bretanha ou prova da existência de extraterrestres, apesar dos relatos de pessoas através de e-mail e telefone afirmando que avistaram objetos voadores não-identificados (OVNIs).

 

O ministério acrescentou que não tem qualquer opinião sobre a existência de vida fora da Terra, mas disse que não tinha "capacitação específica para identificar a natureza desses avistamentos".

 

"Não há qualquer benefício para a defesa nessa investigação e não seria apropriado para os recursos da nossa defesa", disse o ministério.

 

Um porta-voz da pasta disse que qualquer ameaça ao espaço aéreo do país será identificada por radares e tratada pela Força Aérea Real.

 

Os recursos serão destinados a prioridades mais importantes, incluindo a guerra no Afeganistão, onde 9.000 soldados britânicos combatem insurgentes do Taleban, como parte das forças da Otan.

 

O funcionário responsável pelas investigações dos OVNIs foi realocado para outro cargo, economizando 44.000 libras (73.000 dólares) por ano.

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