Arqueólogos acham múmia com mais de 2.600 anos no Egito

Na câmara, os especialistas encontraram o sarcófago, que estava selado e cujo conteúdo era desconhecido

EFE e AP,

11 de fevereiro de 2009 | 19h05

equipe de arqueólogos egípcios abriu nesta quarta-feira, 11, um sarcófago que estava fechado há mais de 2.600 anos, e encontraram dentro uma múmia em perfeito estado de conservação em Saqqara, 40 quilômetros ao sul do Cairo.   Arqueólogos encontram 30 múmias no Egito   O Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA) informou, em comunicado, que seu secretário-geral, o arqueólogo Zahi Hawass, liderou a expedição que encontrou a múmia, que pertencia à 26ª Dinastia, que reinou por volta dos anos 500 a.C.    O especialista não descartou que na mortalha sejam encontrados amuletos de ouro, porque nesse período as múmias costumavam ser enterradas com até 100 talismãs, a maioria feita do metal.   O sarcófago se encontra em uma câmara mortuária escavada a 11 metros da superfície, e, no local, também foram encontradas 30 outras múmias, cuja descoberta foi anunciada há dois dias.   Na câmara, os especialistas encontraram o sarcófago, que estava selado e cujo conteúdo era desconhecido, além de um ataúde de madeira, que já foi aberto, e que continha inscrições e uma múmia.     Outra múmia descoberta no mesmo local, que parece ter servido à classe mais rica. Imagem: AP      Ainda falta abrir outro esquife de madeira, cuja tampa se encontra em péssimo estado de conservação. Hawass disse que a descoberta é importante porque mostra que muito do sítio arqueológico de Saqqara, cerca de 20 km ao sul do Cairo, ainda precisa ser explorado. Governantes da antiga Mênfis,  capital do Egito no período conhecido como Velho Reino, era enterrados ali.  

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