Arqueólogos encontram igreja de 1.300 anos de idade na Síria

Acredita-se que templo, medindo 47 metros de comprimento por 27 de largura, seja o maior da região

Efe

13 de novembro de 2008 | 18h34

Uma equipe de arqueólogos sírios e poloneses descobriu uma igreja de 1.300 anos de antiguidade em Palmira, no leste da Síria, que acredita-se ser a maior encontrada na região, informou nesta quinta-feira, 13, a agência de notícias oficial Sana.   O diretor de Museus e Ruínas de Palmira, Walid Assad, afirmou que o templo, com dimensões de 47 metros de comprimento, 27 de largura e seis de altura, tinha um pátio amplo, rodeado por seis colunas, três em cada lado, que levavam a corredores que acabavam na fachada do mesmo.   Assad explicou que, no pátio da igreja, há um pequeno anfiteatro, que era dedicado a rituais e cerimônias cristãs, enquanto em torno do templo há dois quartos que eram empregados para efetuar batismos e outros rituais.   Segundo o diretor do museu, o santuário permaneceu ativo durante a dinastia Omíada (661-750 d.C.) e, mais tarde, foi substituído por igrejas menores.   Foto: Efe 

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