Bispos são acusados de impor suas crenças a vítimas do tráfico

Segundo a Aclu, eles não permitem que fundos federais sejam usados para contracepção ou aborto

AP,

12 de janeiro de 2009 | 19h04

Uma nova ação na justiça dos EUA diz que bispos católicos estão impondo suas crenças às vítimas de tráfico humano, não deixando que fundos federais sejam usados para contracepção de emergência, camisinha ou aborto.  A União Americana pelas Liberdades Civis (Aclu) entrou com uma queixa nesta segunda-feira, 12, na corte federal de Boston contra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos norte-americano.  Ela alega que o Departamento de Saúde, que distribui fundos para vítimas de tráfico humano, permitiu que a Conferência Americana de Bispos Católicos limitasse os serviços fornecidos às mulheres atendidas.  A Aclu diz que a conferência dos bispos está usando mal o dinheiro dos contribuintes e tentando impor suas crenças religiosas às vítimas.  Um porta-voz da conferência não quis retornar imediatamente uma ligação para comentar a questão.

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