AP Photo/Charlie Riedel
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'Blue Moon' reaparece depois de três anos

Ocorrência da segunda lua cheia no mesmo mês caracteriza o fenômeno que, apesar do nome, não altera a cor do satélite

O Estado de S. Paulo

31 Julho 2015 | 19h57

Quem olhar para a lua cheia hoje obsrevará a "Blue Moon" (Lua azul, em inglês). Apesar do nome, a lua não aparece com nenhuma modificação nas cores. A Blue Moon corresponde simplesmente ao aparecimento da segunda lua cheia no mesmo mês.

O ciclo lunar tem cerca de 29 dias e meio, enquanto os meses do calendário têm entre 28 e 31 dias. Por isso, a probabilidade de duas luas cheias ocorrerem no mesmo mês é relativamente baixa. A última vez que isso aconteceu foi em 2012. A próxima Blue Moon ocorrerá dentro de dois anos e meio, mais precisamente no dia 31 de janeiro de 2018.

Em um passado que remonta ao século 16, "Blue Moon" era apenas um termo utilizado para fazer referência a fenômenos considerados raros. Há cerca de 200 anos, houve uma tentativa de definir a Blue Moon a partir de uma complicada combinação de circunstâncias astronômicas. Mas o cálculo era tão difícil que a ideia foi abandonada.

Mais folclórica que astronômica, a definição atual de Blue Moon foi estabelecida só em 1946, pelo astrônomo amador James Hugh Pruett, em artigo publicado na revista Sky and Telescope. A partir daí, a expressão Blue Moon" passou a designar apenas a segunda lua cheia no mesmo mês.

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