Buraco na camada de ozônio está 20% menor

O buraco na camada de ozônio está 20% menor em relação ao que media em 2003, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Atmosféricas da Nova Zelândia. A falha na capa que protege a Terra contra os raios ultravioleta do Sol foi calculada em 23 milhões de quilômetros quadrados, contra 29 milhões de quilômetros quadrados no ano passado.A variação do tamanho da falha é prevista pelos cientistas e pode decorrer de vários fatores naturais. O fenômeno vem sendo estudado desde meados dos anos 80.O buraco expõe a riscos principalmente os habitantes, a fauna e a flora das áreas próximas à Antártida - sul da América do Sul, Nova Zelândia e Austrália -, sobretudo na primavera do Hemisfério Sul. Para as pessoas, o maior perigo é desenvolver câncer de pele.A camada de ozônio, com 15 a 30 quilômetros de espessura, é diretamente afetada por gases contendo elementos clorofluorocarbonados (CFC), até recentemente usados em larga escala em refrigeradores domésticos e aerossóis.

Agencia Estado,

01 de outubro de 2004 | 10h02

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