Chineses encontram túmulos junto a palácio de 2 mil anos

No local, há restos humanos e objetos de jade e cerâmica, partes de ferramentas de bronze e ossos de animais

Efe,

03 de junho de 2008 | 02h44

Um grupo de arqueólogos da Comissão para a Gestão de Relíquias Culturais de Xangai descobriu cinco túmulos de mais de 2.200 anos de antiguidade em um distrito nos arredores da região, no que acreditam ser os limites de um palácio da época, informou nesta terça-feira, 3, a imprensa chinesa. Os especialistas encontraram nos túmulos restos humanos e objetos de jade e cerâmica, partes de ferramentas de bronze e ossos de animais, anteriores à época conhecida como o Período dos Reinos Combatentes (476-221 a.C.). Estes são os primeiros resultados obtidos desde que o organismo, junto com arqueólogos de várias universidades locais, reiniciou as escavações na zona arqueológica de Guangfulin, uma aldeia de Songjiang (sudoeste de Xangai). Guangfulin provavelmente abriga enterrado um palácio rodeado por casas com mais de 2 mil anos de antiguidade, segundo Song Jian, diretor da comissão arqueológica. Sua equipe espera encontrar ali descobertas importantes para o estudo da civilização chinesa daquela época. De fato, os especialistas já encontraram os restos de várias ruelas entre o restante dos antigos edifícios, incluindo uma casa que já se sabe ter sido construída elevada do solo por pilares de madeira, para reduzir a umidade em seu interior. As últimas descobertas importantes que tinham sido feitas em Guangfulin até agora haviam sido dois utensílios agrários de bronze dos tempos da dinastia Zhou Oriental (770-221 a.C.), descobertos há oito anos.

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