Cientistas chineses desenvolvem robô para cuidar de idosos

Aparelho, de 1,6 metro de altura, poderia estar nas lojas dentro de dois ou três anos

EFE

26 de abril de 2009 | 02h08

Cientistas chineses do Instituto de Tecnologia de Harbin, no nordeste de país, finalizam os detalhes para lançar em breve no mercado um robô projetado para cuidar de idosos que vivem sós, informa neste domingo a imprensa estatal chinesa.

 

O robô, que custará entre 30 mil e 50 mil iuanes (US$ 4 mil-US$ 7 mil) poderá levar comida e remédios, soar os alarmes caso na casa haja escapamentos de água ou de gás, mandar mensagens de texto ou vídeo para a família e amigos, e inclusive cantar canções ou jogar xadrez.

 

O aparelho, de 1,6 metro de altura, poderia estar nas lojas dentro de dois ou três anos, segundo destacou à agência oficial "Xinhua" Li Ruifeng, um dos encarregados do projeto. O desenvolvimento deste projeto foi uma encomenda do Governo chinês para enfrentar ao problema do rápido envelhecimento da população chinesa, uma das consequências da política do filho único.

 

O país tem 159 milhões de pessoas com mais de 60 anos, 12% da população total, e o pouco sucesso dos asilos no país asiático faz com que se necessitem, segundo os cálculos do Ministério chinês de Assuntos Civis, cerca de 10 milhões de assistentes sociais e enfermeiras para atender este grupo da população.

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