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Controle de proteínas reduz efeito de Alzheimer

Cientistas dos Estados Unidos e da Holanda desenvolveram um tratamento para a doença de Alzheimer baseado no controle de plaquetas tóxicas que anulam a capacidade intelectual dos doentes. A nova estratégia foi apresentada num estudo publicado pela revista Neuron.O método, desenvolvido a partir de pesquisas com ratos geneticamente modificados, consiste na eliminação da proteína Peptídio Beta, responsável pela criação das plaquetas que inundam o cérebro e desencadeiam o Alzheimer.Os cientistas constataram que, quando as plaquetas do cérebro dos ratos foram eliminadas, as crescentes conseqüências da doença foram reduzidas e até exterminadas. O resultado só não foi observado em animais nos quais a doença tivesse chegado a um estado avançado.O Mal de Alzheimer é uma doença cerebral progressiva e incurável que atinge sobretudo os idosos. O principal sintoma é a perda de memória.RemédioOutro avanço é o hidroclorido donepezil, de nome comercial Aricept ou Eranz, remédio capaz de deter o avanço da doença.Segundo uma pesquisa apresentada na Conferência Internacional sobre o Mal de Alzheimer e Transtornos Vinculados, na Filadélfia, esse medicamento pode retardar em seis meses a passagem do estágio de transtorno cognitivo moderado, quando o paciente tem dificuldades sérias ligadas à memória, até o começo da fase aguda. Após três anos, os pacientes que tomaram o remédio tinham tantas chances de ter entrado na fase mais grave do mal de Alzheimer quanto os que não tomaram, mas sua qualidade de vida durante este período foi melhor. clique para acessar o estudo na Neuron

Agencia Estado,

15 de agosto de 2004 | 16h09

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