<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1659995760901982&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">

Criada entidade voltada para a defesa da área costeira do País

Um grupo de empresários e cientistas brasileiros lançou ontem, em São Paulo, o Instituto Pharos, uma nova organização não-governamental voltada para a defesa do oceano e o desenvolvimento humano da região costeira do País. Com a participação de empresas como ERM, Oceansat, Editora Signus, Fly Tour e Grupo Ultra, a entidade é uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) e pretende captar US$ 10 milhões, nos dois primeiros anos, para projetos de pesquisa, educação ambiental, capacitação e zoneamento costeiro. Segundo Eugenio da Motta Singer, da ERM Brasil, empresa de consultoria na área ambiental, o Instituto começa a atuar em agosto com ações em duas áreas críticas: Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, e Cairu, no sul da Bahia. ?Esperamos em dez anos eliminar as famosas línguas negras das nossas praias e fortalecer institucionalmente as comunidades locais para se defenderem do crescimento imobiliário e turismo insustentáveis?, disse o fundador do Pharos.Para Singer, a preocupação com a região oceânica é um nicho em que falta movimentação no Brasil. ?Várias iniciativas mundiais, como a conferência Desafiando o Fim dos Oceanos, realizada por várias entidades ambientalistas internacionais, em Los Cabos, México, no início deste mês, procuram soluções para a gestão oceânica. Essa discussão, porém, ainda é incipiente no Brasil, que já começa a sofrer problemas, como a pesca predatória e a especulação imobiliária, voltada para projetos turísticos como os implantados no Caribe, que acabam acarretando em problemas socioculturais?, diz.Segundo o empresário, São Paulo e Bahia foram escolhidos para iniciar os programas por serem estados com alto potencial de desenvolvimento turístico e outras atividades, mas onde as comunidades precisam ser capacitadas. ?Não temos a intenção de ser um organismo executivo, mas dar condições para que as comunidades decidam, com a ajuda de ongs e entidades locais já instituídas?, explica. Os primeiros projetos a serem implementados são o Barco Escola Guardiões do Oceano, de educação ambiental, em Ubatuba, e a formação de guias mirins, em Cairu.

Agencia Estado,

11 de junho de 2003 | 16h46

Selecione uma opção abaixo para continuar lendo a notícia:
Já é assinante Estadão? Entrar
ou
Não é assinante?
Escolha o melhor plano para você:
Sem compromisso, cancele quando quiser
Digital Básica
R$
0, 99
/ mês
No primeiro mês
R$ 9,90/mês a partir do segundo mês
  • Portal Estadão.
  • Aplicativo sem propaganda.
Digital Completa
R$
1, 90
/ mês
No primeiro mês
R$ 19,90/mês a partir do segundo mês
Benefícios Digital Básica +
  • Acervo Estadão 146 anos de história.
  • Réplica digital do jornal impresso.
Impresso + Digital
R$
22, 90
/ mês
No primeiro ano
R$ 56,90/mês a partir do segundo ano
Benefícios Digital Completa +
  • Jornal impresso aos finais de semana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.