Decreto que proíbe exploração do mogno será prorrogado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina ainda hoje um decreto prorrogando por 150 dias a proibição de exploração de mogno na Amazônia, informou o Ministério do Meio Ambiente. A exploração estava suspensa desde agosto de 2002 por um decreto do então presidente, Fernando Henrique Cardoso, e a vigência desse decreto terminara amanhã. Segundo o Ministério, o decreto a ser assinado por Lula da Silva criará uma comissão especial para redefinir a política de exploração de madeiras no País, inclusive o mogno, a partir de bases sustentáveis. A comissão será integrada por representantes dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura e terá prazo de 100 dias para apresentar propostas. No ano passado, apesar da proibição legal de exploração do mogno, foram apreendidos em portos nacionais e estrangeiros carregamentos de madeira dessa espécie brasileira sem origem comprovada ou com autorizações de transporte adulteradas.

Agencia Estado,

13 de fevereiro de 2003 | 17h19

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.