Descoberta genética pode ajudar no combate a degeneração macular

Cientistas descobriram uma mutação genética ligada ao tipo mais comum de cegueira no mundo desenvolvido, alimentando assim esperanças sobre o surgimento de um tratamento mais eficiente para o problema ou mesmo sua cura. Pesquisadores britânicos afirmaram na terça-feira terem encontrado dentro de um gene chamado Serping1 seis variantes associadas à degeneração macular relacionada à idade (DMRI). "Nossas descobertas ampliam o dados sobre a genética da degeneração macular relacionada à idade e podem levar ao aparecimento de novos tratamentos para esse tipo comum e devastador de doença", afirmaram Sarah Ennis e Andrew Lotery, da Universidade de Southhampton, na revista Lancet. A DMRI --um processo durante o qual sofrem danos as delicadas células da mácula, uma região do centro da retina-- torna-se mais comum à medida que a população do mundo envelhece. Cerca de 90 por cento dos doentes de DMRI possuem a chamada versão seca do mal, para a qual não há nenhum tipo de tratamento. O restante possui a versão úmida, que ocorre quando pequenas veias crescem entre a retina e o fundo do olho. Essa forma da doença pode ser combatida por meio de medicamentos modernos como o Lucentis, da Novartis e da Genentech, e o Macugen, da Pfizer's. (Reportagem de Ben Hirschler)

REUTERS

07 de outubro de 2008 | 14h40

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