Divulgação
Divulgação

Descoberta mosca pré-histórica preservada em âmbar

Animal tinha chifre na cabeça com três olhos extras; é o único exemplar conhecido da espécie

estadao.com.br,

27 Outubro 2009 | 16h53

Pesquisadores dos Estados Unidos anunciaram a descoberta de uma espécie ainda desconhecida de mosca, dotada de um "chifre" na testa, que viveu há 100 milhões de anos.

 

Encontrada teia de aranha mais antiga do mundo

 

Um único espécime foi encontrado, preservado em âmbar. O "chifre" na cabeça termina em três olhos que deviam permitir um amplo ângulo de visão - uma vantagem que não ajudou a espécie a escapar da extinção.

 

"Nenhum outro inseto já descoberto tinha um chifre assim, e não há animal nenhum com um chifre com olhos em cima", disse o cientista da Universidade Estadual do Oregon, George Poinar, Jr., que anunciou a descoberta na publicação Cretaceous Research.

 

Segundo nota distribuída pela universidade, Poinar acredita que a mosca era um inseto dócil, que se alimentava do pólen de flores tropicais.

 

Esse inseto vivia nas selvas de Mianmar e foi encontrado em âmbar que tinha de 97 milhões a 110 milhões de anos.

Mais conteúdo sobre:
âmbarmoscacretáceoinseto

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.