Dois anos após incêndio, Butantan recupera parte do acervo

Coleção está sendo refeita com doações de outras instituições e do público; novo prédio também foi erguido no local

estadao.com.br,

15 Maio 2012 | 07h00

 

Exatamente dois anos após ser destruído por um incêndio, parte do acervo do laboratório de répteis do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, já está sendo recuperado por meio de doações de outras instituições e do público. Um novo prédio também foi erguido no local e está em fase final de construção.

 

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Segundo a assessoria de imprensa, uma parte significativa da coleção não foi perdida na ocasião e o incêndio não comprometeu a produção de vacinas e soros, feita em outros laboratórios do próprio Instituto.

O incêndio, que aconteceu no dia 15 de maio de 2010, destruiu a maior coleção de cobras dos trópicos do mundo, com 85 mil exemplares. Amostras de aranhas e escorpiões também foram consumidas pelas chamas.

O laudo do núcleo de engenharia do Instituto de Criminalística da Polícia Técnico Científica de São Paulo apontou que o incêndio foi acidental. O fogo começou em consequência do superaquecimento de pedras de calor, usadas em ambientes artificiais para aquecer as cobras.

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