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Egito tem mil peças roubadas durante onda de protestos político

Governo tem lista das peças furtadas e informa que nenhum deles é de 'grandes dimensões'

estadão.com.br com agências,

11 Abril 2011 | 10h35

SÃO PAULO - Museus e sítios arqueológicos do Egito tiveram mil objetos furtados desde janeiro, de acordo com o ministro de Antiguidades do país, Zahi Hawass. A onda de roubos se deu durante a confusão causada pelos protestos da população pedindo a saída do então presidente egípcio Hosni Mubarak.

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"Abrimos uma investigação para cada caso, para encontrar as peças. Identificamos, até o momento, suspeitos, criminosos à procura de ouro ou moedas e que desconhecem o valor das peças que furtaram", disse Hawass.

O governo egípcio sabe quais foram as peças roubadas e enviou uma lista para notificar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre o desaparecimento das antiguidades.

No entanto, o ministro acredita que será difícil estas peças saírem do país. Para Hawass, os criminosos não estavam organizados e viviam próximos aos locais de onde retiraram os objetos.

As autoridades já tinham revelado em fevereiro que oito objetos tinham desaparecido do Museu Egípcio durante os protestos, mas alguns deles foram recuperados pouco tempo depois, como um escaravelho-coração, uma pequena estátua Ushabti e uma estátua do faraó Akhenaton (1361-1352 a.C).

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