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Encontrados restos do parente mais antigo da tartaruga

Cientistas australianos afirmam ter descoberto no Estado de Queensland vários restos de um dos antepassados mais antigos das tartarugas marinhas. Os fósseis achados têm 110 milhões de anos, informou o Museu da Austrália do Sul à rádio ABC. Um cientista do museu, Ben Kear, declarou que os paleontólogos voltarão à região em maio para continuar as escavações. Ele explicou, ainda, que os ossos mais antigos de tartarugas marinhas são brasileiros e têm cerca de 115 milhões de anos. Outro grupo de estudiosos australianos, liderados pelo pesquisador Lucas Buchanan, da Universidade de Monash, em Melbourne, identificou, também em Queensland, uma nova espécie de crocodilo que viveu no país há 40 milhões de anos.Para ele, a descoberta ajudará a entender melhor a evolução destes répteis. "A nova espécie era parte de um grupo de crocodilos australianos únicos, conhecidos como mekosuchinae". Segundo agências de notícias, a descoberta reforça a teoria de que os crocodilos que viveram na Austrália pertenciam todos a uma mesma estirpe. O crocodilo tem um tamanho médio, comia carne e vivia em um lago de água doce. Os dentes eram distintos dos do crocodilo moderno, mais afiados e comprimidos, podendo mastigar mais facilmente. Também tinha músculos mais fortes na mandíbula, característica que lhe permitia uma mordida mais poderosa.

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