Entre barraquinhas e luxuosas riads

Quando o sol cai, começa a aventura gastronômica

14 Setembro 2010 | 09h32

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando o sol cai, dezenas de barracas surgem do nada. Assim como mesas e bancos, que ocupam o centro da Djemaa el Fna. A praça virou um imenso restaurante ao ar livre. A luz, agora, vem das tendas - e do radiante minarete da Mesquita Koutoubia. Então, os garçons começam a atuar. Eles fazem qualquer cena para convencer que sua barraca é a melhor. Na dúvida, deixe-se ganhar pelos aromas, atravesse a fumaça e sente em qualquer cantinho livre. Você vai comer delícias típicas por (quase) nada.

 

 

O garçom começa arremessando um pão redondo e massudo. Com a mão, sem frescura. Você, de olho nos pratos do vizinho, vai apontando o que quer comer. Azeitonas, berinjelas, espetos de frango. Kafta, cuscuz de legumes... As porções não param de chegar - nenhuma custa mais que 30 dirhams (R$ 6). De verdade, é indispensável viver esse ritual gastronômico.

 

 

Mas também merecem a visita os restaurantes mais convencionais que ficam em luxuosas riads - casas com decoração pomposa e jardim interior. Muitos estão nos arredores da Djemaa el Fna, e têm menu degustação, como o Dar Moha (darmoha.ma). À mesa, as mesmas iguarias da praça. Sem o calor humano.

 

 

 

O QUE TRAZER

 

 

Mão de Fátima

Assim como o olho grego (ou turco), a Mão de Fátima em forma de pingente, chaveiro, brinco ou pulseira é item certo em qualquer tenda.

 

 

Babuche

O sapato de bico finíssimo tem diversas versões e está no pé dos marroquinos. Você pode não usar, mas vai comprá-lo.

 

 

Joias, seda e couro

As vitrines nos zocos exibem joias de prata e ouro, lenços coloridos, bolsas e carteiras de couro que valem a pechincha.

 

 

Frutos secos

É difícil controlar a gula diante de tantos damascos, ameixas, castanhas, nozes, amêndoas, tâmaras... Tudo fresquinho. Encha a bolsa e coma feliz.

 

 

 

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