Equipe estuda aves migratórias em Mangue Seco

Uma equipe de especialistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Ministério da Saúde e Central de Efluentes Líquidos do Pólo Petroquímico de Camaçari (Cetrel) montou acampamento esta semana na praia de Mangue Seco, na fronteira entre Bahia e Sergipe, para investigar a presença de aves migratórias da Europa e Estados Unidos, que podem introduzir no Brasil o vírus da gripe aviária e outras doenças transmitidas pelas espécies.Eles armaram redes na Ilha da Sogra na foz do Rio Real com o objetivo de capturar até a quinta-feira 3 mil aves.O ornitólogo Pedro Lima, da Cetrel que estuda aves migratórias na Bahia há anos explicou que estão sendo coletados sangue e fezes que serão analisados nos laboratórios Evandro Chagas, do Pará, e Lara, de Campinas (SP). Em cerca de um mês saberão quais vírus as aves podem transmitir no Brasil.Elas também recebem anilhas, pequenos anéis de identificação, antes de serem soltas, para facilitar o estudo de especialistas de outros países. Mais de 10 mil gaivotas e maçaricos, entre outras espécies, passam por Mangue Seco no verão do Hemisfério Sul fugindo do frio do Norte.   leia mais sobre gripe aviária

Agencia Estado,

08 de novembro de 2005 | 13h50

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