Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE
AP Photo/Ng Han Guan
AP Photo/Ng Han Guan

Espaçonave chinesa pousa com sucesso na superfície de Marte

China é o segundo país, após os Estados Unidos, a colocar um módulo de inspeção na superfície do Planeta Vermelho de forma bem-sucedida

Ryan Woo e David Stanway, Reuters

14 de maio de 2021 | 22h52
Atualizado 15 de maio de 2021 | 13h54

Uma espaçonave chinesa não tripulada pousou com sucesso na superfície de Marte neste sábado, 15 (no horário chinês), informou a agência estatal de notícias Xinhua, fazendo da China o segundo país, depois dos Estados Unidos, a conseguir colocar de forma bem-sucedida um módulo de inspeção no Planeta Vermelho. A espaçonave Tianwen-1 pousou em um local ao sul da planície Utopia, “deixando uma pegada chinesa em Marte pela primeira vez", disse a Xinhua.

Um rover, chamado Zhurong, vai agora inspecionar o local de pouso antes de sair de sua plataforma para realizar missões. Tianwen-1, ou "Perguntas ao Céu", em homenagem a um poema chinês escrito há dois milênios, é a primeira missão independente da China para Marte. Uma sonda co-lançada com a Rússia em 2011 não conseguiu sair da órbita da Terra.

A espaçonave de 5 toneladas decolou do sul da China, na ilha de Hainan, em julho do ano passado lançada pelos poderosos foguetes Long March 5. Depois de mais de seis meses em trânsito, Tianwen-1 atingiu o Planeta Vermelho em fevereiro, onde estava em órbita desde então.

O presidente chinês Xi Jinping emitiu uma mensagem de parabéns a todas as pessoas envolvidas na missão.

"Vocês foram corajosos o suficiente para o desafio, buscaram a excelência e colocaram nosso país nas posições avançadas da exploração planetária", disse ele. "Sua notável conquista ficará para sempre gravada nas memórias da pátria e do povo".

Tudo o que sabemos sobre:
China [Ásia]Marte

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.