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Estadão na Antártida, dia 4: Fauna e flora

Há pouca presença de vegetações no continente em virtude das condições climáticas; animais existentes sobrevivem, em maior parte, no gelo

Luciana Garbin, O Estado de S.Paulo

21 de fevereiro de 2019 | 19h40

4º DIA

Fauna e Flora da Antártida - 21/02/2019, 19h40

Ainda que sejam poucos em termos de variedade, diferentes animais e vegetais conseguem sobreviver na Antártida, apesar dos fatores climáticos. Em virtude das temperaturas negativas, ausência de luz solar, ventos fortes e níveis baixos de fertilidade do solo, é difícil encontrar vegetais que consigam se desenvolver em maior porte. Assim, a vegetação é predominantemente rasteira, formada por musgos e liquens, que aparecem apenas no verão. Dentro do mar, também são encontradas algas e fungos. Já a superfície possui seis tipos diferentes de gelo, que apesar de terem cor aparentemente branca, são predominantemente azuis, com tons variantes de acordo com a sua "idade".

Como sugere o esqueleto montado por Jacques Cousteau em sua passagem pela Enseada Martel há decadas, as baleias estão entre as espécies mais presentes da região - dentre elas a fin, a jubarte e a franca. Seu período de maior atividade no local é entre os meses de verão do hemisfério sul, de dezembro a março. Além das baleias, são também encontradas no local focas e elefantes-marinhos. Estes sobrevivem se alimentando de pequenos crustáceos que vivem nas regiões polares.

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Os animais mais comuns no continente são os pinguins, que representam cerca de 80% das aves da Antártida, e vivem no gelo durante a maior parte da sua existência. Outras, como o cormorão, o petrel e o gaivotim, são de pequeno porte e podem voar, e, pela semelhança física, até são confundidos com os pinguins. Já o albatroz destoa dos demais: costuma ficar no mar durante a maior parte da sua vida.

 
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