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EUA preparam armas de laser e microondas

Dentro de alguns meses, Peter Anthony Schlesinger espera apontar um laser para algumas galinhas ou outros animais numa gaiola a dezenas de metros de distância. Se tudo der certo, as galinhas serão paralisadas, músculos travados por uma carga elétrica criada pelo raio, embora o coração e os pulmões continuem a funcionar normalmente. Entre os mais interessados no resultado estarão os generais do Pentágono, que ajudaram a financiar o laser de Schlesinger e não estão preocupados com galinhas.Além de paralisar agressores e civis, as chamadas armas de energia dirigida poderão fritar os componentes eletrônicos de mísseis e bombas, dizem seus criadores, ou mesmo causar pane num carro em fuga.O programa mais ambicioso com esse tipo de tecnologia é o Laser Aerotransportado da Força Aérea Americana, um plano para montar um canhão de raios num Boeing 747 e usá-lo para abater mísseis. Em um laboratório do Novo México, pesquisadores da Raytheon Co. desenvolveram uma arma chamada Sistema de Negação Ativa, que repele adversários com microondas. As ondas aquecem as moléculas de água na pele da vítima, causando uma dor tão intensa que leva à fuga imediata.?Parece que a pele pegou fogo?, diz Rich Garcia, porta-voz do laboratório que já atuou como cobaia para o sistema. ?Quando você sai da frente do raio ou o raio é desligado, tudo volta ao normal?.Um blindado com Sistema de Negação Ativa montado deverá ser dado a todas as forças armadas dos EUA até o final deste ano, com a decisão final sobre a adoção da arma esperada para 2005.

Agencia Estado,

02 de agosto de 2004 | 16h26

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