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Fiscais descobrem três lavouras com algodão transgênico

Uma fiscalização de rotina de funcionários do Ministério da Agricultura detectou lavouras cultivadas com algodão transgênico em três propriedades da região sudeste do Mato Grosso. A fiscalização no MT e em outros 15 Estados será intensificada, informou uma nota do Ministério da Agricultura. As lavouras transgênicas serão destruídas e os infratores responderão criminalmente e perderão os benefícios de crédito para a produção.O Ministério avaliou que o plantio ilegal de algodão transgênico é um problema técnico mais sério do que o cultivo de soja geneticamente modificada. O problema é a possibilidade de contaminar o algodão convencional. De acordo com o ministério, serão exigidos testes de presença de organismos geneticamente modificados em todas as sementes de algodão usadas no plantio das próximas safras. Só poderão ser utilizadas sementes produzidas dentro do Sistema Nacional de Produção de Sementes.No Brasil, a Lei de Biossegurança submete a liberação de qualquer tipo de organismo geneticamente modificado à prévia avaliação da CTNBio e à autorização dos demais órgãos competentes. Além disso, a Lei de Sementes exige o registro prévio das sementes. O algodão geneticamente modificado é autorizado para produção comercial na China, Índia, Indonésia, Japão, Austrália, Canadá, Estados Unidos, México e Argentina.Em reunião com representantes do setor privado hoje, em Brasília, o ministro Roberto Rodrigues fez um alerta sobre os riscos e as implicações da utilização de sementes não autorizadas, como a introdução de pragas e doenças exóticas no País. Do encontro participaram representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem) a Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA).

Agencia Estado,

10 de agosto de 2004 | 20h31

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