Freira não contesta acusações de abuso sexual de meninos

A não-contestação é um acordo no qual o réu não admite culpa, mas concorda em cumprir pena

AP,

12 de novembro de 2007 | 18h39

Uma freira católica de 79 anos declarou que não contestaria duas acusações de comportamento indecente com criança, por conta de supostos encontros sexuais com meninos de uma escola onde foi diretora, nos anos 60.   A freira, Norma Giannini, e seu advogado deixaram o tribunal sem fazer comentários.   A não-contestação é um acordo com a promotoria no qual o réu não admite culpa, mas concorda em cumprir pena. A freira poderá pegar até dez anos de prisão em cada acusação.   De acordo com a queixa apresentada às autoridades, dois homens afirmaram ter mantido dezenas de encontros sexuais com Giannini, incluindo intercurso, quando estudavam na St. Patrick's School.   A irmã Betty Smith, presidente regional das Irmãs de Misericórdia em Chicago, disse que a freira acusada recebeu terapia depois que a ordem "tomou conhecimento da situação", nos anos 90.

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