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Grupo identifica e cultiva células-tronco cerebrais

Uma equipe de cientistas identificou células-tronco no cérebro de ratos e chegou a cultivá-las em grande número, segundo um artigo publicado pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).A equipe liderada por Bjorn Scheffler, do Departamento de Neurociências e Neurocirurgia da Universidade da Flórida, disse que as células foram retiradas da zona subventricular em períodos de oito dias e de até 90 dias, e foram colocadas num composto que continha os antibióticos penicilina e estreptomicina.A identificação e o cultivo de células-tronco que possam se transformar em neurônios promete, segundo muitos cientistas, o desenvolvimento de tratamentos para doenças como Parkinson e Alzheimer.Reprodução"Embora existam provas amplas de que as células-tronco dão origem a novos neurônios durante toda a vida, a transição da célula-tronco para o fenótipo neuronial continua sendo um processo pouco conhecido", diz o artigo.A equipe de cientistas afirma em seu estudo que descobriu um processo que identifica as células-tronco em cérebros de ratos e outro complementar que permite a reprodução dessas células em conjuntos de células de tecido cerebral.As células-tronco são capazes de se desenvolver de uma maneira tal que podem se adaptar a qualquer tecido do corpo. Os cientistas acham que elas poderiam ser usadas para curar doenças degenerativas graves, substituindo células e reconstituindo tecidos doentes.   leia mais sobre células-tronco

Agencia Estado,

14 de junho de 2005 | 13h29

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