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Ibama cria corredor Araguaia-Bananal

A implantação de um corredor ecológico de 9 milhões de hectares, entre os estados do Pará, Tocantins, Goiás e Mato Grosso começa a ser discutida, hoje, entre representantes da sociedade civil ? organizados em associações de moradores, entidades ambientalistas, sindicatos e cooperativas ? e técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), durante o IV Seminário de Gestão Sócio-Ambiental, em curso no município de Conceição do Araguaia, no Pará. A criação formal do corredor foi assinada pelo presidente do Ibama, Rômulo Mello, mas o sistema só passa a existir, de fato, com a gestão participativa.Os corredores ecológicos são sistemas de gestão integrada de várias categorias de unidades de conservação ? parques, florestas nacionais, APAs, reservas biológicas etc -, visando a conservação da biodiversidade e o uso racional dos recursos naturais, associados à promoção do desenvolvimento sustentável e à repartição eqüitativa de benefícios gerados. As áreas protegidas formam núcleos de conservação, cercados por fazendas, projetos de colonização e outras áreas de uso, onde se procura fazer planos de manejo conjuntos, de modo a permitir ou aumentar a circulação de espécies entre as unidades de conservação, sejam elas federais, estaduais, municipais ou reservas privadas.A intenção é favorecer ou promover ativamente a recomposição florestal entre as áreas núcleo, ao mesmo tempo em que se diminui a pressão de caça, desmatamento e deterioração ambiental no entorno dos parques e reservas. Em termos de políticas públicas, criar um corredor ecológico significa optar por alternativas menos predatórias de desenvolvimento regional.No caso do corredor Araguaia-Bananal, a expectativa é proteger a ecorregião de transição da floresta amazônica para o cerrado, englobando 11 unidades de conservação: o Parque Nacional do Araguaia (562 mil hectares); a Área Federal de Proteção Ambiental (APA) dos Meandros do Araguaia (357 mil ha); o Parque Ecológico Estadual do Cantão (89 mil ha); a Área Estadual de Proteção Ambiental (APA) do Bananal/Cantão (1,67 milhão ha), e mais 6 territórios indígenas (2 milhões de hectares). O novo sistema também abrange parte da bacia dos rios Araguaia e Tocantins, atualmente castigadas pela freqüência excessiva das queimadas e remoção de matas ciliares.

Agencia Estado,

04 de setembro de 2002 | 15h12

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