Ibama paralisa porto da Hidrovia Tietê-Paraná

Alegando problemas ambientais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) paralisou nesta segunda-feira as operações do porto da Hidrovia Tietê-Paraná no município de Três Lagoas (MS). O terminal havia sido cedido em comodato pela prefeitura à Empresa Paulista de Navegação (EPN), uma das principais usuárias da hidrovia.A empresa assinou contrato para o transporte, já no primeiro ano, de 600 mil toneladas de madeira pela hidrovia. A EPN estava fazendo obras de adequação no porto para o traslado da carga dos caminhões para as barcaças quando foi notificada a suspender os trabalhos. O Ibama de Três Lagoas exigiu a apresentação de licença prévia para a obra.Segundo o diretor da EPN, Pedro Burin, o próprio órgão havia dispensado o licenciamento por se tratar de um porto já existente, localizado em área degradada. "A única exigência era de licença de operação, que seria apresentada oportunamente."O porto foi utilizado durante muitos anos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) na construção da Hidrelétrica de Jupiá. Como estava em desuso, foi doado pela Cesp à prefeitura a título de compensação ambiental pela construção da barragem no Rio Paraná. A prefeitura repassou a operação à EPN.Alegando problemas ambientais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) paralisou nesta segunda-feira as operações do porto da Hidrovia Tietê-Paraná no município de Três Lagoas (MS). O terminal havia sido cedido em comodato pela prefeitura à Empresa Paulista de Navegação (EPN), uma das principais usuárias da hidrovia.A empresa assinou contrato para o transporte, já no primeiro ano, de 600 mil toneladas de madeira pela hidrovia. A EPN estava fazendo obras de adequação no porto para o traslado da carga dos caminhões para as barcaças quando foi notificada a suspender os trabalhos. O Ibama de Três Lagoas exigiu a apresentação de licença prévia para a obra.Segundo o diretor da EPN, Pedro Burin, o próprio órgão havia dispensado o licenciamento por se tratar de um porto já existente, localizado em área degradada. "A única exigência era de licença de operação, que seria apresentada oportunamente."O porto foi utilizado durante muitos anos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) na construção da Hidrelétrica de Jupiá. Como estava em desuso, foi doado pela Cesp à prefeitura a título de compensação ambiental pela construção da barragem no Rio Paraná. A prefeitura repassou a operação à EPN.

Agencia Estado,

15 de março de 2004 | 22h35

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