Igreja Jedi vira moda entre policiais escoceses

Dez pessoas confessaram seguir esta seita criada a partir da saga cinematográfica de 'Guerra nas Estrelas'

Efe,

17 de abril de 2009 | 16h52

O culto à religião Jedi virou moda na Strathclyde Police, o mais importante corpo policial da Escócia, no qual dez pessoas confessaram seguir esta seita criada a partir da saga cinematográfica de Guerra nas Estrelas.

 

Segundo informou nesta sexta-feira, 17, a emissora pública de TV BBC, oito policiais e dois funcionários da Strathclyde confessaram ser devotos da "fé Jedi" ao responderem suas crenças religiosas em um formulário.

 

Apesar de ser um número ainda pequeno em meio a 8.200 agentes e 2.800 funcionários, já é um marco, já que é a primeira vez em que a Polícia local permite seguidores deste culto.

 

Calcula-se que na Inglaterra, Escócia e País de Gales haja cerca de 400 mil seguidores desta fé, que se inspira em religiões como o budismo, o taoísmo, o xintoísmo, além de crenças de origem celta.

 

A Igreja Jedi nasceu no ano passado pelas mãos de dois irmãos ingleses, Barney e Daniel Jones, e dá sermões sobre "A Força", o sabre de luz, e as técnicas de meditação de um bom cavalheiro jedi.

 

A Força é, no universo da ficção de George Lucas, a energia gerada por todas as coisas que habitam o cosmos, que pode ser controlada pelos jedis e os siths, respectivamente o lado iluminado e o lado escuro da Força.

 

Enquanto os primeiros defendem os ideais do bem e a justiça e vivem em harmonia com o mundo que lhes rodeia, o lado escuro se alinha ao mal e ao ódio.

 

No entanto, e apesar dos esforços de seus seguidores, A Força, a Ordem Jedi e os ideais defendidos por esta religião não foram, até o momento, reconhecidos oficialmente.

 

Por enquanto, o Escritório Nacional de Estatística do Reino Unido incorpora todos aqueles que se identificam como seguidores da fé Jedi à categoria de ateus.

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