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Índios botocudos de Minas Gerais têm DNA de polinésios

Análise genômica de 2 indivíduos mostra que eles não apresentam qualquer traço de ancestrais das Américas

Fábio de Castro, O Estado de S. Paulo

24 de outubro de 2014 | 03h00

Preservados desde o século 19 no Museu Nacional, no Rio, dois crânios de índios botocudos, encontrados em Minas Gerais, se tornaram um mistério para a ciência. A partir de uma análise genômica completa, um grupo internacional liderado por cientistas dinamarqueses e brasileiros descobriu que os dois botocudos tinham genoma inteiramente polinésio, sem qualquer traço de ancestrais das Américas.

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