Divulgação/ESA
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ISS terá relógio atômico para provar teoria da relatividade

Agência Espacial Europeia que equipamento calcule com mais exatidão o Tempo Universal Coordenado

Efe,

15 Dezembro 2009 | 16h21

O laboratório europeu Columbus, da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), terá um relógio atômico com uma margem de erro de um segundo por 300 milhões de anos para provar a teoria da relatividade do físico alemão Albert Einstein, informou nesta terça-feira, 15, a Agência Espacial Europeia (ESA).

 

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O relógio, conhecido como PHARAO, estará ligado a outro, também atômico, chamado Maser Espacial de Hidrogênio, com o qual formará o Conjunto de Relógios Atômicos Espaciais, uma rede conhecida por sua sigla em inglês ACES.

 

A rede será lançada ao espaço durante o segundo semestre de 2013 e, quando estiver em órbita, será utilizado um braço teleguiado para instalá-la sobre a plataforma externa do Columbus, orientado em direção à Terra, acrescentou a ESA.

 

A ACES servirá, entre outras funções, para fornecer mais exatidão à escala de Tempo Universal Coordenado (UCT, na sigla em inglês).

 

O sinal da rede, que será enviado para a Terra por meio de "hiperfrequências específicas", permitirá estabelecer conexões entre os relógios espaciais e terrestres, informou a ESA.

 

O Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (CNES) será o encarregado de desenvolver e financiar o relógio, enquanto a ESA fará o mesmo com a rede ACES e integrará o relógio PHARAO no laboratório Columbus da ISS, explicou a agência espacial.

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