Justiça abre novo processo contra fundadores da Renascer

De acordo com a acusação do Ministério Público, o casal estaria envoolvido em sonegação fiscal

Amanda Valeri, Agência Estado

29 de outubro de 2007 | 17h33

O juiz auxiliar da 30ª Vara Criminal de São Paulo, André Carvalho e Silva de Almeida, abriu novo processo criminal por sonegação fiscal contra os fundadores da Igreja Renascer em Cristo, Sônia Haddad Moraes Hernandes e Estevam Hernandes Filho.   Ele acatou denúncia oferecida pelo promotor Gilberto Leme Marcos Garcia, que acusou os donos da Renascer sonegarem o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por meio da empresa Publicações Gamaliel Ltda, da qual eram sócios majoritários.    De acordo com a acusação do Ministério Público, a sonegação soma R$ 77.005,39 e compreende o período entre janeiro de 2000 e dezembro de 2001. Segundo a denúncia, por conta das irregularidades, a empresa já teria sido autuada pela Secretaria da Fazenda em 14 de abril de 2005.    A denúncia aponta ainda que dívida ativa do Grupo Renascer já alcança o montante de R$ 6,6 milhões, referente a débitos de ICMS. Sônia e Estevam já são processados por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.   Atualmente, o casal está preso nos Estados Unidos, por ter prestado declarações falsas às autoridades alfandegárias, ao entrar no país com US$ 56,5 mil, tendo declarado apenas US$ 10 mil.

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