Justiça bloqueia bens de donos de empresa que poluiu rios

O juiz federal José Arthur Diniz Borges, da 2ª Vara de Campos, determinou a indisponibilidade total dos bens de três empresas do Grupo Cataguazes e de sete de seus sócios, entre eles João Gregório de Bem, que está foragido.O magistrado também solicitou à Junta Comercial do Estado de Minas Gerais a identificação dos demais sócios da empresa, aos quais a indisponibilidade será estendida. As empresas citadas pelo juiz são a Indústria Cataguazes de Papel Ltda., a Florestal Cataguazes Ltda. e a Iberpar Empreendimentos e Participações Ltda..Os sócios já identificados, além de Gregório, são José Carlos Andrade Gomes, José Gallardo Diaz, Antônio Gallardo Diaz, Gonzalo Gallardo Diaz, José Paz Vasquez e Juan José Campos Alonso. O diretor administrativo Félix Santana, que está preso e nesta terça-feira prestou depoimento à Polícia Federal em Campos, não consta dessa relação. Também nesta terça, o advogado de Santana entrou com pedido de habeas-corpus para revogar a prisão do diretor. A indisponibilidade abrange móveis, imóveis, ativos financeiros, créditos e outros tipos de bens. Em sua decisão, Borges argumenta que a medida tem o objetivo de ?assegurar ressarcimento futuro dos prejudicados?.

Agencia Estado,

08 de abril de 2003 | 20h22

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