Monsanto denuncia atentado contra suas pesquisas na França

Grupo de ambientalistas afirma que os experimentos estavam proibidos desde dezembro

Efe

20 de agosto de 2008 | 18h33

A Monsanto denunciou nesta quarta-feira, 20, em comunicado que a destruição e roubo "de 100%" de seus experimentos de organismos geneticamente modificados (OGM) na França, na última sexta-feira, 15, suporá um "atraso quase irreparável da pesquisa francesa em biotecnologias vegetais".   Em comunicado, a firma americana lamentou o "ato de vandalismo" do grupo Segadores Voluntários de Vienne, que, liderados pelo ecologista José Bové, destruíram duas parcelas experimentais de milho transgênico MON810 no departamento de Vienne, no centro do país.   Segundo Bové, "o milho MON810 está proibido na França desde fevereiro de 2008 e a Monsanto segue tentando fazê-lo circular à força.   A Monsanto qualificou as experiências com OGM como uma "disciplina científica que se mostrou essencial para a pesquisa agrícola e que é utilizada por todos os grandes países agrícolas do mundo."   "Os experimentos no campo são necessários e exigidos por regulamento para validar os resultados de um verdadeiro cultivo", diz a companhia americana em comunicado, em que também assinala que obteve todas as permissões necessárias para realizá-los.

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