Morre milionário que buscou conciliar ciência e religião

John Templeton, financista, morreu aos 95 anos. TInha iniciado sua carreira em Wall Street em 1937

08 de julho de 2008 | 14h19

O financista John Templeton, criador da Fundação Templeton, que premia trabalhos que busquem conciliar ciência e religião, morreu nesta terça-feira, aos 95 anos, de pneumonia, em Nassau, nas Bahamas. O Prêmio Templeton, de US$ 1,4 milhão, honra "avanços no conhecimento de assuntos espirituais".   Entre os ganhadores estão figuras como o pregador Billy Graham, Madre Teresa de Calcutá, o dissidente soviético Alexander Solzhenitsyn e os físicos Freeman Dyson e Paul Davies.   Templeton iniciou sua carreira em Wall street em 1937, e foi considerado um pioneiro em investimentos fora dos Estados Unidos, escolhendo empresas e países que estavam à beira da falência ou em pontos de "extremo pessimismo", disse seu porta-voz, Donald Lehr. Nos anos 70, ele estabeleceu a Fundação John Templeton, para financiar projetos de reconciliação entre ciência e religião. Estima-se que a organização tenha uma dotação de US$ 1,5 bilhão e forneça bolsas anuais que somam US$ 70 milhões. Templeton foi feito cavaleiro pela coroa britânica em 1987. Deixa dois filhos, uma enteada, três netos e três bisnetos.

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