Países latino-americanos se unem para impulsionar tecnologias espaciais

As nações, incluindo o Brasil, discutirão estratégias e ações em áreas como telecomunicações e meio ambiente

Efe

12 Maio 2010 | 15h59

PACHUCA - Grande parte dos países da América Latina se reunirão no México entre os dias 15 e 19 de novembro com o objetivo de impulsionar o uso de tecnologias espaciais na região, no contexto da nova economia global.

 

Veja também:

linkEspaço vazio em berçário de estrelas surpreende cientistas

linkEstação Espacial Internacional se prepara para receber novo laboratório

 

A VI Conferência Espacial das Américas (CEA) será realizada em Pachuca, cerca de 65 quilômetros da capital mexicana e deve contar com a participação de representantes da Argentina, Brasil, Chile, México, Equador além de outras nações da região.

 

Os ministros de Comunicações e Transportes e de Relações Exteriores do México Juan Molinar e Patricia Espinosa, respectivamente, detalharam em entrevista coletiva que o encontro servirá para dar continuidade à troca de estratégias e ações orientadas para conseguir benefícios em diversas áreas, conforme combinado há dois anos na edição passada, realizada em Quito.

 

Entre elas, foram mencionados aspectos como a educação à distância, telecomunicações, prevenção e medição de desastres naturais e preservação do meio ambiente, entre outros.

 

Agência Espacial Mexicana

 

Este encontro, cujo tema central será "Espaço e Desenvolvimento. As aplicações espaciais ao serviço da humanidade e o desenvolvimento das Américas", será realizada no México, em um momento chave para este país que aprovou recentemente a criação da Agência Espacial Mexicana (Aexa).

 

A quinta edição do CEA foi realizada há dois anos na capital equatoriana. Lá foram discutidos a problemática dos satélites e a educação à distância após a assinatura de uma declaração de princípios sobre as aplicações espaciais em prol da segurança e do desenvolvimento sustentável da humanidade.

 

A Agência Espacial Mexicana, impulsionada pelo astronauta americano de origem mexicano José Hernández, começará a operar no final deste mesmo com um orçamento inicial de 100 milhões de pesos (US$ 8 milhões) no município de Tulancingo (Hidalgo).

 

Nela se buscará definir os programas de estudos e pesquisas científicas e tecnológicas espaciais e iniciar a formação de especialistas nos ramos educativo, industrial, científico e tecnológico em matéria espacial e poderá fazê-lo em colaboração com as dependências nacionais e organismos estrangeiros e internacionais.

 

Como segunda etapa, Aexa contará com outra base na Península de Iucatã para lançamentos espaciais.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.