Max Rossi/Reuters
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Papa pede que mundo trate os doentes com mais humanidade

Pontífice disse durante missa pelo Dia Mundial do Doente que cura espiritual e física estão entrelaçadas

ANSA,

11 Fevereiro 2010 | 11h55

O papa Bento XVI fez nesta quinta-feira, 11, um apelo para que o mundo trate os doentes com mais humanidade na missa que celebra o XVIII Dia Mundial do Doente e em memória a Nossa Senhora de Lourdes, que seria responsável por várias curas milagrosas.

 

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"A medida da humanidade se determina essencialmente na relação com o sofrimento e os sofredores. Isso vale para o singular como para a sociedade", afirmou o chefe máximo da Igreja Católica durante a homilia.

 

Ele lembrou que o Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde foi instituído no Vaticano há 25 anos "para oferecer a própria contribuição e também promover um mundo mais capaz de acolher e curar os doentes como pessoas".

 

"Quis, na realidade, ajudá-los a viver a experiência da enfermidade de um modo humano, não os renegando, mas oferecendo-lhes um sentido" de enfatizar que a cura física e a espiritual estão profundamente entrelaçadas no evangelho de Cristo, declarou o Papa.

 

Para a celebração desta quinta-feira, as relíquias de Santa Bernardete Soubirous, a religiosa que teria visto uma aparição de Nossa Senhora em uma gruta da cidade francesa de Lourdes, foram depositadas no altar da Basílica de São Pedro.

 

A nave central ficou lotada de profissionais da saúde, voluntários, membros de entidades que organizam viagens de peregrinação ao santuário de Lourdes, pessoas enfermas -- muitas delas em cadeiras de roda -- e familiares. Também esteve presente na missa o ministro italiano de Saúde, Ferruccio Fazio.

 

Em sua mensagem para o XVIII Dia Mundial do Doente, divulgada em dezembro, Bento XVI exortou a Igreja Católica a se apresentar mais atenta e capilarmente junto aos doentes e à sociedade, a fim de transmitir com eficácia os valores de defesa da vida humana desde sua concepção até sua morte natural.

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