Parceria desenvolve protótipo nacional de teletermografia

Uma parceria entre o Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (IFSC-USP), e o Hospital Amaral Carvalho (HAC) de Jaú tornou possível o desenvolvimento do primeiro protótipo nacional de uma câmara de teletermografia. Trata-se de um equipamento de detecção de radiação infravermelha, que nada mais é do que calor emitido por organismos vivos, como um ser humano, ou objetos, como uma estrela, um forno ou uma chapa quente.Em medicina, a teletermografia pode ser aplicada para detectar dores crônicas de difícil diagnóstico em cânceres e outras doenças, como diabetes, lesões nervosas e artrites. Isso é possível porque toda dor está relacionada a uma maior ou menor circulação sanguínea na região afetada, que por sua vez determina a temperatura do local.Com o equipamento, capaz de perceber alterações de temperatura de dois décimos de grau, torna-se mais fácil diagnosticar dores crônicas que não tenham causado alterações anatômicas nos tecidos doloridos, como tendões, músculos ou nervos.

Agencia Estado,

14 de maio de 2003 | 18h29

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