Federico PARRA / AFP
Federico PARRA / AFP

Perdeu a Lua Azul? Veja como foi e entenda o fenômeno

Apesar do nome, o astro não muda de cor; fenômeno é considerado raro e acontece a cada 2,5 anos

Daniel Silveira, especial para o Estadão

01 de novembro de 2020 | 11h18

Se o céu de onde você estava na noite deste sábado, 31, não estava nublado, você testemunhou um fenômento astronômico considerado raro: a Lua Azul. 

Ao contrário do que o nome sugere, ela não muda de cor. Lua Azul é se costuma chamar a segunda lua cheia que acontece no mês. É considerado raro porque acontece apenas a cada 2,5 anos, aproximadamente. A última Lua Azul aconteceu em 31 de março de 2018.

Para que ocorra é necessário uma conjunção quase perfeita. A lua precisa estar cheia no primeiro ou segundo dia do mês, que precisa ser de 31 dias. Vale lembrar que o ciclo lunar tem cerca de 29 dias. 

No entanto, a Lua Azul de 2020 chama a atenção por ter caído justamente na noite de Halloween. Segundo a Nasa, a última aconteceu em 1944 e a próxima só vai acontecer em 2039. Nas redes sociais, as pessoas celebraram o fenômeno fazendo pedidos. Algumas pessoas acreditam que o fenômeno seja um sinal de grande fluxo energético entre o mundo real e espiritual.

Veja alguns registros:

 

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.