Retrospectiva 2011: Acordo reduz quantidade de sal nos alimentos industrializados

Em abril de 2011, o Ministério da Saúde assinou um termo de compromisso com as indústrias de alimentação para redução em 16 tipos de alimentos

Estadão.com.br,

21 Dezembro 2011 | 12h37

Em abril de 2011, o Ministério da Saúde assinou um termo de compromisso com as indústrias de alimentação para redução gradual na quantidade de sódio de 16 tipos de alimentos.

 

O cronograma prevê uma queda gradual até 2020.  Massas instantâneas, pães e bisnaguinhas já terão nova composição a partir de 2012 - as massas serão produzidas com teor de sódio30% menor e os pães, com uma redução de 10%. Segundo o Ministério da Saúde, o brasileiro consome, em média, 9,6 gramas diárias de sal. A Organização Mundial da Saúde recomenda que consumo máximo não ultrapasse 5 gramas diárias.

 

Estudos apontam que o excesso de sal está associado a maior risco de doenças cardiovasculares e renais, entre outras.

 

Até o fim de 2011, serão estabelecidas metas para bolachas, embutidos, caldos, temperos, margarinas, laticínios e refeições prontas, entre outros.

 

Médicos das sociedades de cardiologia, nefrologia e hipertensão criticam o acordo. Segundo eles, as metas propostas para 2014 são tão tímidas que não conseguirão reduzir a mortalidade por doenças cardíacas.

 

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