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Retrospectiva 2011: Buraco recorde na camada de ozônio no Hemisfério Sul

Em 12 de setembro, o nível chegou ao máximo anual e alcançou 16 milhões de quilômetros quadrados; é o nono maior dos últimos 20 anos

Estadão.com.br,

21 Dezembro 2011 | 14h30

O ano de 2011 foi marcado por uma tragédia ambiental de grande repercussão: o aumento no buraco na camada de ozônio no Hemisfério Sul.

 

Em 12 de setembro, o nível chegou ao máximo anual e alcançou 16 milhões de quilômetros quadrados, o nono maior dos últimos 20 anos, segundo a agência espacial americana Nasa e a Administração Atmosférica e Oceânica (NOAA).

A camada de ozônio protege a vida terrestre ao bloquear os raios solares ultravioleta e sua redução adquire especial importância nesta época do ano, quando o Hemisfério Sul começa a ficar mais quente.

A Nasa e a NOAA utilizam instrumentos terrestres e de medição atmosférica aérea a bordo de globos e satélites para monitorar o buraco de ozônio no Polo Sul, os níveis globais da camada de ozônio na estratosfera e as substâncias químicas artificiais que contribuem para a diminuição do ozônio.

 

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