Henrik Montgomery / AP
Henrik Montgomery / AP

Nobel de Física: veja quem foram os últimos premiados

Mundo conhecerá na manhã desta terça-feira os pesquisadores que receberão o Prêmio Nobel de Física 2019

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de outubro de 2019 | 05h00
Atualizado 08 de outubro de 2019 | 15h15

SÃO PAULO - O mundo conheceu na manhã desta terça-feira, 8, os pesquisadores que foram contemplados com o Prêmio Nobel de Física 2019. A láurea foi concedida a cientistas que fizeram importantes descobertas sobre a evolução do Universo.

O Estado relembra os últimos premiados com o Nobel de Física.

Veja abaixo:

Prêmio Nobel de Física 2019: James Peebles, do Canadá e naturalizado americano,  Michel Mayor e Didier Queloz, ambos da Suíça

O trio foi laureado por suas contribuições para o entendimento da evolução do Universo e do lugar que a Terra ocupa no Cosmos. O americano foi premiado pelas descobertas teóricas da cosmologia física. Já os suíços, pela descoberta de um exoplaneta que orbita uma estrela solar.

Prêmio Nobel de Física 2018: Arthur Ashkin, dos Estados Unidos, Gérard Mourou, da França, e Donna Strickland, do Canadá

O trio foi premiado por pesquisas no campo da tecnologia a laser em casos como a manipulação de organelas dentro de uma célula viva (detalhe: sem danificá-la ou interferir no seu funcionamento) e o uso de um bisturi superpreciso, capaz de fazer correções cirúrgicas no olho de uma pessoa.

Prêmio Nobel de Física 2017: Rainer Weiss, da Alemanha e naturalizado americano, Barry Barish e Kip Thorne, ambos dos Estados Unidos

O trio foi premiado por sua atuação no Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferometria a Laser  (Ligo, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, que permitiu a detecção de ondas gravitacionais pela primeira vez na história. 

Prêmio Nobel de Física 2016: David Thouless, Duncan Haldane e Michael Kosterlitz, do Reino Unido

O trio foi premiado pelos estudos sobre as chamadas "transições de fase topológica da matéria", que "abriram as portas para um mundo desconhecido onde a matéria pode assumir estados estranhos". 

Prêmio Nobel de Física 2015: Takaaki Kajita, do Japão, e Arthur McDonald, do Canadá

A dupla foi premiada pela descoberta de oscilações dos neutrinos - que mostram que essas misteriosas partículas têm massa - contribuindo para os experimentos que demonstram a capacidade dos neutrinos de mudar de identidade e mudando a compreensão da ciência sobre as engrenagens mais íntimas da matéria.

Prêmio Nobel de Física 2014: Isamu Akasaki e Hiroshi Amano, do Japão, e Shuji Nakamura, dos Estados Unidos 

O trio foi premiado pela invenção de diodos que emitem luz azul, o que permitiu a fabricação de LEDs de luz branca, com alto brilho e economia de energia.

Prêmio Nobel de Física 2013: François Englert, da Bélgica, e Peter Higgs, do Reino Unido

A dupla foi premiada pela descoberta teórica de um mecanismo que contribui para a compreensão das origens da massa das partículas subatômicas - o bóson de Higgs -, partícula cuja existência prevista foi confirmada no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês).

Prêmio Nobel de Física 2012: Serge Haroche, da França, e David J. Wineland, dos Estados Unidos

A dupla foi premiada por causa dos métodos experimentais revolucionários que permitem medir e manipular sistemas quânticos individuais, sem destruir as partículas.

Prêmio Nobel de Física 2011: Saul Perlmutter, Adam Riess e Brian P. Schmidt, dos Estados Unidos

O trio ganhou o prêmio pelos estudos que descobriram que a taxa de expansão do Universo se acelera - e não diminui, como era o esperado. Os estudos se basearam na observação da luz de supernovas.

Prêmio Nobel de Física 2010: Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Rússia

Eles ganharam o prêmio por terem sido os primeiros cientistas a identificar, isolar e caracterizar o primeiro cristal bidimensional já descoberto, o grafeno, composto por uma única camada de átomos de carbono.

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