University of Oxford, Johns Hopkins University e Dana-Farber Cancer Institute/EPA/EFE
University of Oxford, Johns Hopkins University e Dana-Farber Cancer Institute/EPA/EFE

Nobel de Medicina: veja quem foram os últimos premiados

Trabalhos sobre imunoterapia, relógio biológico e sistema imunológico já foram laureados

Redação, O Estado de S. Paulo

07 de outubro de 2019 | 10h12

SÃO PAULO - O mundo conheceu na manhã desta segunda-feira, 7, os pesquisadores que receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina 2019. William KaelinGregg Semenza, ambos dos Estados Unidos, e sir Peter Ratcliffe, do Reino Unido, revelaram os mecanismos que fazem com que as células se adaptem à disponibilidade de oxigênio no corpo.

Nos últimos anos, foram laureadas contribuições que ajudaram no tratamento de doenças como o câncer, Alzheimer, diabete e malária, além do desenvolvimento da fertilização in vitro.

Saiba mais sobre os últimos premiados:

Nobel de Medicina 2018: James P. Allison, dos Estados Unidos, e Tasuku Honjo, do Japão

Receberam o prêmio por suas pesquisas sobre o uso da imunoterapia no tratamento de cânceres agressivos. Eles identificaram como estimular o sistema imunológico a atuar contra as células cancerígenas.

Nobel de Medicina 2017: Jeffrey Hall, Michael Rosbash e Michael Young, dos Estados Unidos

O trio fez descobertas sobre o relógio biológico, explicando como plantas, animais e humanos sincronizam seu ciclo biológico à rotação do planeta.

Nobel de Medicina 2016: Yoshinori Ohsumi, do Japão

Foi reconhecido por suas investigações sobre a autofagia, mecanismo que ajuda a compreender o processo de renovação das células e respostas do corpo a infecções.

Nobel de Medicina 2015: William C. Campbell, da Irlanda, Satoshi Omura, do Japão, e Youyou Tu, da China

A equipe desenvolveu tratamentos contra infecções causadas por parasitas e contra a malária.

Nobel de Medicina 2014:   John O'Keefe, dos Estados Unidos,  May-Britt Moser e Edvard Moser, da Noruega

O grupo descobriu os conjuntos de células nervosas que formam no cérebro humano um sistema de posicionamento espacial - espécie de “GPS interno” - que permite que uma pessoa se oriente no espaço. A descoberta foi importante para ajudar a explicar por que pessoas com Alzheimer não conseguem reconhecer seu entorno.

Nobel de Medicina 2013: James Rothman e Randy Schekman, dos Estados Unidos, Thomas C. Südhof, da Alemanha

Fizeram a descoberta de como as células organizam seu sistema de transporte, incluindo o transporte de insulina, o que ajuda na compreensão de doenças, como a diabete.

Nobel de Medicina 2012: John Gurdon, do Reino Unido, e Shinya Yamanaka, do Japão

Descobriram que células maduras intactas podiam ser reprogramadas para se transformar em células-tronco imaturas, que são capazes de  se transformar em todos os tipos de células do corpo.

Nobel de Medicina 2011: Bruce A. Beutler, dos Estados Unidos, Jules A. Hoffmann, da França, e Ralph M. Steinman, do Canadá

O trio realizou descobertas sobre o funcionamento do sistema imunológico, que permite que o organismo se proteja contra infecções. As pesquisas foram importantes para o desenvolvimento de vacinas e no combate ao câncer.

Nobel de Medicina 2010: Robert Edwards, do Reino Unido

Prêmio foi dado ao criador da fertilização in vitro, avanço que ajudou milhões de casais inférteis a ter filhos.

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