Separação de Igreja e Estado é obra do cristianismo, diz papa

'Estado e a religião são chamados a se apoiarem mutuamente', disse Bento XVI, ao receber embaixadora

EFE,

27 de outubro de 2008 | 14h37

O papa Bento XVI afirmou que "se pode dizer que a distinção entre a religião e a política é uma conquista específica do cristianismo e é uma de suas contribuições históricas e culturais fundamentais".   O papa afirmou isto ao receber pela manhã, em audiência, a nova embaixadora das Filipinas na Santa Sé, Cristina Castañer-Ponce.   "A Igreja está convencida de que o Estado e a religião são chamados a se apoiarem mutuamente, pois juntos servem ao bem-estar pessoal e social de todos".   "Esta cooperação harmoniosa entre a Igreja e Estado requer de líderes eclesiásticos e civis que realizem suas funções públicas com uma preocupação indubitável pelo bem comum", acrescentou.   Para Bento XVI, tanto os líderes religiosos como os civis "devem estar motivados pelo desejo de servir, ao invés de obterem benefícios pessoais ou para alguns poucos privilegiados".

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