Só biocombustível reduz emissão de aviões, diz indústria

Mas adoção do combustível alternativo ainda depende de investimentos em pesquisa, afirma executivo

EFE,

01 de abril de 2009 | 15h06

Os principais responsável pela indústria aeronáutica concordam que os biocombustíveis são a única resposta para a necessidade urgente de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa por aviões.

 

"Não há alternativa, já que a eletricidade e a energia eólica não são viáveis", disse o diretor-executivo do Grupo de Ação do Transporte Aéreo (ATAG), Paul Steele.

 

"Não temos plano B. Se quisermos reduzir as emissões dos valores na taxa que nos pedem, não há alternativa ao desenvolvimento dos biocombustíveis de segunda ou terceira geração", acrescentou Dan Elwell, vice-presidente do Conselho Coordenador de Ações da Indústria Aérea (ICCAIA).

 

Ambos fizeram suas declarações em entrevista coletiva após o encerramento da quarta cúpula de Aviação e Meio Ambiente, que ocorreu ao longo de dois dias em Genebra.

 

De acordo com Steele, a indústria está "no caminho certo", mas deve avançar para cumprir seus objetivos. A adoção dos biocombustíveis, de acordo com ele, ainda depende de investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.