Stanford cria centro de pesquisa para combate ao aquecimento

O instituto vai receber US$ 100 mi em doações e juntará mais de 130 membros da universidade

AP,

13 de janeiro de 2009 | 19h35

A Universidade Stanford anunciou na segunda-feira, 12, que arrecadou US$ 100 milhões para criar um novo centro de pesquisa focado no combate ao aquecimento global e ao desenvolvimento de fonte de energia limpas.  Veja também: Chu promete política agressiva contra mudanças climáticas O novo Precourt Institute for Energy vai se concentrar em pesquisas relativas à melhoria da eficiência energética, reduzindo a emissão de gases estufa, estudando políticas energéticas nacionais e desenvolvendo fontes renováveis de energia como eólica, solar e de biomassa. Os US$ 100 milhões em novos fundos vão aumentar os US$ 30 milhões anuais que a universidade já gasta em pesquisas energéticas.  Uma das metas do instituto é ajudar o mundo a ir para "um futuro onde energia renovável seja tanto competitiva economicamente quanto amiga do meio ambiente e se torne uma infindável fonte de opções", disse o presidente de Stanford, John Hennessy. "Nosso sucesso terá impactos em milhões, ou bilhões, de vidas pelo planeta."  Os doadores para os fundos de Stanford são, além de alunos, o executivo de energia Jay Precourt, Thomas Steyer e sua esposa Kat Taylor. O instituto será chefiado por Lynn Orr, professor de recursos energéticos e diretor do Projeto de Clima Global e Energia de Stanford. O novo instituto juntará mais de 130 membros da universidade trabalhando em 21 departamentos diferentes.

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