Trabalho com fibras óticas e semicondutores leva Nobel de Física

Os cientistas Charles Kao, Willard Boyle e George Smith dividiram o Prêmio Nobel de Física por um trabalho sobre fibras-óticas e semicondutores, informou o comitê que concede o prêmio na terça-feira.

REUTERS

06 Outubro 2009 | 07h12

O comitê afirmou que os cientistas ajudaram a dar formato à sociedade em rede em que vivemos hoje.

"Eles criaram várias inovações práticas para o cotidiano e deram as ferramentas para a exploração científica", disse o comitê em comunicado.

Kao, nascido em Xangai e que tem cidadanias norte-americana e britânica, ficou com metade do prêmio. Boyle, que tem dupla cidadania dos EUA e do Canadá, e o norte-americano Smith dividiram a outra metade.

O prêmio, de 10 milhões de coroas suecas (1,4 milhão de dólares), concedido pelo Comitê do Nobel para a Física na Real Academia Sueca de Ciências, é o segundo Prêmio Nobel concedido neste ano.

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